| Brasileiro já deve salários de cinco meses |
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Nunca o brasileiro deveu tanto. Entre cartões de crédito, cheque especial, financiamento bancário, crédito consignado, empréstimos para compra de veículos, imóveis - incluindo os recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), a dívida das famílias atingiu, no fim de 2009, R$ 555 bilhões. O valor é quase 40% da renda anual da população, que engloba a massa nacional de rendimentos do trabalho e os benefícios pagos pela Previdência Social.
“O endividamento do consumidor é recorde”, afirma o economista chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges. Estudo realizado por ele para medir o grau de endividamento das famílias constatou que, se os bancos resolvessem cobrar toda a dívida, levando em conta o empréstimo principal e os juros, de uma só vez, cada brasileiro teria de entregar quase cinco meses de rendimentos.
Em 2008, eram necessários 4,3 meses de rendimentos para quitar os empréstimos. Neste ano, esse índice subiu para 4,8 meses, a maior relação entre dívida e rendimentos da série histórica iniciada em 2001.
Cliente terá direito de não receber torpedo no celular As operadoras de telefonia celular de todo o país deverão respeitar o sossego do cliente a partir de 1º de maio deste ano. A medida foi recomendada pelo Ministério Público Federal (MPF) onde pedia que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) exercesse seu poder regulador e vedasse que as operadoras encaminhem mensagens não autorizadas pelos usuários de celular. A medida foi acatada pela Anatel.
Segundo o MPF, os contratos de clientes de telefonia móvel terão a partir de maio a opção para não receber publicidade indesejada no celular e os contratos deverão ter letras de, no mínimo, corpo 12. As cláusulas devem ser redigidas de forma clara, acrescidas de um campo onde o usuário deverá assinalar se deseja ou não receber as mensagens.
Preço sobe e varia até 366% nos estacionamentos O belo-horizontino está pagando mais pelo estacionamento na Região Central da cidade. A disputa de vagas por uma frota estimada em 852.719 carros na capital é a explicação apontada para um aumento de até 17,39% nos preços cobrados por 31 estabelecimentos, entre os dias 16 de dezembro de 2009 e 23 de fevereiro de 2010.
De acordo com pesquisa do site Mercado Mineiro, em dois meses, a fração diária média saltou de R$ 18,57 para R$ 21,80. A variação de preços nos estacionamentos também é grande: 366,67%. Quanto menor a fração de tempo usada, maior a disparidade dos preços cobrados entre os concorrentes.
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Notícia publicada em Terça, março 09 @ 10:02:32 BRT por leoquintino |
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