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| Como funcionam os distúrbios que não deixam você dormir |
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A apnéia do sono é uma condição em que a respiração fica gravemente limitada durante o sono e isso acaba levando à fadiga, que pode reduzir drasticamente a qualidade de vida da pessoa.
Vejamos um exemplo: uma determinada pessoa reclama constantemente de estar cansado. Começou a sentir muito cansaço pouco depois dos trinta anos. Até então, era dona de um negócio de sucesso. Contudo, acabou perdendo seu negócio e, hoje, não consegue se manter em um emprego por mais de um mês.
Dos numerosos empregos que teve, foi demitida por “preguiça” de quase todos. Os patrões vêem seus mini-cochilos de cinco a dez minutos, todos os dias, como uma prova de que não se importa com seu emprego. O fato de estar acima do peso e ter outros problemas de saúde levou diversos médicos a se enganarem com o diagnóstico de sua sonolência. Após vários anos e incontáveis visitas a vários médicos, que davam diagnósticos diferentes, essa pessoa foi a uma clínica para transtornos do sono, onde sua apnéia do sono foi diagnosticada corretamente.
Especialistas alertam para uma estimativa preocupante: de 85% a 90% das pessoas que sofrem da síndrome da apneia obstrutiva do sono não sabem que têm a doença. E o pior: cada vez mais estudos mostram que ela aumenta o risco de diabetes, hipertensão, derrame e infarto.
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| É plano de saúde, mas tem cara de SUS |
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Nas salas de urgência e emergência dos hospitais de Belo Horizonte, os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) não são os únicos a esperar horas a fio por uma consulta médica. A rede particular está superlotada e o consumidor, que chega a pagar R$ 500 ou mais pela mensalidade de um plano de saúde, na expectativa de ter atendimento médico mais ágil, nem sempre percebe o retorno do investimento.
Em alguns casos, a espera em filas dos hospitais privados chega a ultrapassar seis horas – e há casos de um dia inteiro. Na antessala, o que se vê são pacientes nervosos e familiares indignados. O problema se tornou tão crônico que o sistema particular já está lançando mão de procedimentos próprios da rede pública, como a triagem de pacientes.
A expectativa é que a procura pelas urgências cresça ainda mais nos próximos dias, já que, de março a junho, historicamente, a demanda na saúde chega a crescer 40%, em função da mudança do clima. Epidemias sazonais como dengue são outro agravante. Os hospitais particulares admitem que a superlotação passou a ser um desafio também para o sistema de saúde suplementar.
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| Começa a vacinação da Gripe Suína |
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Diante do aumento da oferta do medicamento, Ministério da Saúde decide ampliar política e inclui grupo entre os que serão imunizados gratuitamente a partir de março
As cidades mineiras começaram a receber doses da vacina Flu AH1N1 contra a gripe suína. Os primeiros carregamentos do medicamento saíram do almoxarifado da Secretaria de Estado de Saúde (SES), em Belo Horizonte, com destino às 28 gerências regionais de saúde (GRS).
A primeira fase da imunização, marcada para o período de 8 a 19 de março, será destinada aos trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia e à população indígena. Entre os primeiros, estão médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica.
A expectativa é de que, ainda no fim desta semana, cheguem os imunobiológicos destinados à segunda etapa da campanha. De acordo com a coordenadora estadual de imunização da SES, Tânia Brant, Minas deve receber 9,5 milhões de doses da Flu AH1N1.
Apesar de esperar este ano uma situação mais tranquila que em 2009, quando o vírus surgiu, a coordenadora alerta para a necessidade de cuidados e de prevenção.
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| Hipertensão é problema mundial |
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O número de pessoas no mundo com hipertensão é elevado. Nos Estados Unidos, estimativas relatam que cerca de 50 milhões de pessoas podem ser rotuladas como hipertensas. Outro dado relevante , é que o número de pessoas naquele país com mais de 50 anos com hipertensão , é proporcionalmente superior ao de pessoas normais.
Com estes dados sobre hipertensão , vários estudos são realizados lá e em todo o mundo, visto que a doença pode ocasionar problemas sérios e incapacitantes para o futuro das pessoas. Recentemente, a revista americana New England Journal of Medicine publicou uma pesquisa clínica do grupo DASH, abordando os efeitos da dieta como causa de hipertensão.
No estudo vários aspectos ficaram evidentes : a obesidade, o sal e o consumo excessivo de álcool são sem dúvida nenhuma os vilões, e estes fatores tem importância capital no estabelecimento da hipertensão. Na pesquisa, foram envolvidos diversas pessoas de sexo e raças diferentes, e utilizados critérios seletivos rígidos além de um cuidadoso seguimento de todos os pacientes. As conclusões foram cabais em relação ao fato que, o controle do peso é um fator essencial para o controle da hipertensão, assim como, o uso excessivo de sal na alimentação e dos alimentos que o contenham em excesso.
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| Sol é bom, mas também pode fazer mal |
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Câncer de Pele e Cuidados Durante Exposição ao Sol O câncer de pele é bastante encontrado em países tropicais, como o Brasil, e os raios solares em horários inadequados podem trazer um risco maior de câncer, especialmente o mais temível deles, o melanoma. O melanoma é re-lativamente raro, mas é o mais perigoso entre os tipos de câncer de pele.
Dicas para você aproveitar a praia ou piscina de maneira correta: 1. Horário. O melhor horário para exposição ao sol vai até às 10 horas (11 horas no horário de verão), ou após as 4 da tarde (5 horas no horário de verão).
2. Bebês até 6 meses não devem se expor ao sol, ficando sempre na sombra.
3. Crianças com mais de 6 meses devem se proteger com chapéu e usar protetor solar com fator de proteção número 15. Não esquecer de reaplicar o protetor solar a cada 2 horas ou após se molhar.
4. Pessoas de pele clara devem ter ainda mais cuidado - o fator de proteção solar usado deve ser maior do que 15.
5. Mesmo nos dias nublados a pele é atingida pelos raios solares - não deixe de usar o filtro solar.
6. Peles mais morenas tem maior resistência ao sol - um filtro solar com fator mais baixo pode ser usado, mas os horários perigosos devem ser evitados, principalmente nas crianças.
7. Outras atividades ao ar livre tornam também necessário o uso do filtro solar, como andar de bicicleta, caminhar, etc.
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| Esperança contra a surdez em BH |
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Conhecido como “ouvido biônico”, o implante coclear é um dispositivo eletrônico formado por duas partes dotadas de ímãs. A parte interna é colocada dentro da cóclea, que é o “caracol do ouvido”, por meio de cirurgia. Já a externa se parece com uma prótese comum e, encaixada na orelha do paciente, capta sinais sonoros, transforma-os em digitais, e transmite as informações até as fibras do nervo auditivo, por eletromagnetismo. Graças a essa tecnologia, até quem sofreu lesões nas células sensoriais auditivas fica apto a escutar e ganhar qualidade de vida.
Coordenador do Serviço de Otorrinolaringologia do HC/UFMG, Celso Becker explica que o procedimento é indicado para casos de surdez profunda bilateral (que atinge os ouvidos esquerdo e direito), com duas situações de pacientes “ideais”. Vale para crianças com até três anos que nasceram completamente surdas e, por isso, ainda não aprenderam a falar. E também para meninos, meninas e adultos que dominam a fala, mas perderam a audição por algum motivo, como uma meningite. Como não se restringe à função de amplificador de sons, tem efeito bem superior ao oferecido por aparelhos auditivos convencionais.
“O Hospital das Clínicas da UFMG já fazia o implante coclear antes, mas por meio de convênios. Com o credenciamento pelo Ministério da Saúde, usuários do SUS poderão se submeter à cirurgia sem sair de BH”, diz Celso Becker. Sem a liberação pelo Governo fe-deral, quem precisava da operação tinha que viajar até São Paulo antes, durante e depois da colocação do equipamento. Além do desgaste para o paciente e para a família, as idas e vindas dificultavam o acompa-nhamento pós-cirúrgico e a reabilitação da pessoa que, muitas vezes, tem que aprender como falar.
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| Pilates para o corpo e a mente |
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Não é todo mundo que gosta de fazer ginástica com passos coreo-grafados, ritmo frenético e grupos de mais de trinta pessoas por aula. Sucesso por todo o Brasil, as práticas de pilates – que tem um aspecto mais calmo, porém não menos eficaz - vêm conquistando mercado e dando origem a centros especializados que ganham adeptos a cada dia.
O pilates é um método de condicionamento físico e mental que trabalha o corpo de forma global. O método foi desenvolvido em 1920 pelo legendário alemão, enfermeiro e atleta, Joseph H. Pilates, que elaborou um equipamento específico e um método para balancear e fortalecer os músculos e articulações.
Elisa Joukhadar, fisioterapeuta, especialista em pilates, do Estudio Vibra e Academia Corpo e Água, afirma que o Pilates é uma atividade física completa. “Trabalha vários domínios do corpo: a respiração, coordenação motora, equilíbrio, força muscular, alongamento”, diz. Ela recomenda ainda que todo aluno associe o Pilates a atividades aeróbicas, como caminhada, por exemplo.
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A diminuição da audição (surdez) produz uma redução na percepção de sons e dificulta a compreensão das palavras. A dificuldade aumenta com o grau de surdez, que pode ser leve, moderada, severa e profunda.
Nos casos de perda auditiva de grau leve as pessoas podem não se dar conta que ouvem menos; somente um teste de audição (audiometria) vai revelar a deficiência. Quando a perda auditiva passa a ser moderada para severa, os sons podem ficar distorcidos e na conversação as palavras se tornam abafadas e mais difíceis para entender, particularmente quando têm várias pessoas conversando em locais com ruído ambiental ou salas onde existe eco. O som da campainha e do telefone tornam-se difíceis para serem ouvidos; o deficiente auditivo pede a todo momento que falem mais alto ou que repitam as palavras.
Recém-nascidos com surdez severa e profunda não se assustam com sons altos. Crianças com problemas de audição, sem a devida assistência, têm dificuldades no desenvolvimento da linguagem. Se chegam à idade escolar sem que a surdez tenha sido diagnosticada, o aprendizado será difícil, simplesmente porque essas crianças ouvem mal o que está sendo ensinado.
Em alguns casos de surdez existem sintomas adicionais, como por exemplo, zumbido e vertigem na doença de Menière. Na infecção do ouvido médio a surdez vem acompanhada de dor e febre.
Tipos de surdez
A perda auditiva pode ser de condução quando existe um bloqueio no mecanismo de transmissão do som, desde o canal auditivo externo até o limite com o ouvido interno.
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| Mais saúde e beleza com procedimentos menos invasivos |
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A evolução tecnológica ocorre de forma veloz e assume importância crescente em procedimentos para saúde, estética e beleza. Novos equipamentos surgem para tornar cada vez menos invasivas as intervenções cirúrgicas e os procedimentos estéticos. Vídeo-cirurgias, cirurgias a laser e aparelhos que substituem as intervenções completam esse cenário.
Novas plataformas tecnológicas combatem insatisfações estéticas e problemas de saúde de forma sofisticada e segura. “O uso de equipamentos de última geração oferece soluções para a melhora do bem-estar físico e mental. Nesse sentido, os aparelhos são empregados como tratamento alternativo para quem não quer ou não pode fazer cirurgias“, observa o médico e diretor clínico do Núcleo Fina Forma, César Mourão.
De acordo com o médico, alguns problemas estéticos, como celulites em grau avançado, flacidez muscular e varizes, sinalizam que algo não vai bem com a saúde. Outros casos, como a gordura abdominal, geram preocupações que vão além da aparência e podem estar associados ao risco de complicações cardiovasculares. “O organismo precisa ser tratado como um todo, por isso, é muito vantajoso aliar o tratamento médico ao estético. Nesse sentido, o uso de equipamentos modernos garante resultados elevados”, completa Mourão.
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| Distúrbios de aprendizagem |
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Dificuldade na leitura e/ou na escrita, com trocas de fonemas, inversões de fonemas e/ou sílabas, junções de palavras, omissões de sílabas ou palavras.
As causas são variadas. Entretanto os elementos constantes são sempre em relação a falhas de percepção visual e auditiva, além do conhecimento da língua.
A habilidade visual ou inteligência visual vai desde a inabilidade do bebê normal de ver bem ao nascer; da criança média ler aos 6 - 7 anos; até a habilidade superior do adulto que lê extremamente bem, em velocidade acelerada, ou dos pintores e escultores.
No tratamento da criança com falhas de percepção visual e/ou trocas de fonemas com semelhanças visuais (ex.: p x d) ou na memorização da forma visual da palavra (ex.: casa X caza).
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